A frigidez
Não existem mulheres frigidas ou frias,
e sim homens pouco hábeis. Esta é uma afirmação que pode justificar plenamente
quando a jovem deixa o lar para acompanhar o jovem esposo, há uma estatística
de mais de 80% de casos de frigidez sexuais já verificados em todo o mundo.
Embora atualmente, os jornais, a
literatura, os cinemas e a publicidade acentuam a sexualidade, mostrando aquilo
que ela tem de mais instintivo, ou seja, o que ela tem de mais violento, por
este motivo são uma pequena quantidade de moças que chegam ao casamento, e
quando chegam é apenas para se t
er um nome no
papel ignorando a realidade da vida sexual. Pode-se calcular um grande número
de casos como este. Uma das causas da frigidez de uma mulher é quando é
maltratada, caluniada, difamada, e espancada.
O QUE É A FRIGIDEZ E COMO SURGE
“Houve
um homem de Ramataim-Zofim, da região montanhosa de Efraim, cujo nome era
Elcana. Tinha ele duas mulheres: uma se chamava Ana, e a outra Penina. Penina
tinha filhos, porém Ana não os tinha. De ano em ano este homem subia da sua
cidade para adorar e sacrificar ao Senhor em Siló. Assistiam ali os sacerdotes
do Senhor, Hofni e Finéias, os dois filhos de Eli. No dia em que Elcana
sacrificava, costumava dar quinhões a Penina, sua mulher, e a todos os seus
filhos e filhas; porém a Ana, embora a amasse, dava um só quinhão, porquanto o
Senhor lhe havia cerrado a madre. Ora, a sua rival muito a provocava para
irritá-la, porque o Senhor lhe havia cerrado a madre. E assim sucedia de ano em
ano que, ao subirem à casa do Senhor, Penina provocava a Ana; pelo que esta
chorava e não comia. Então Elcana, seu marido, lhe perguntou: Ana, por que
choras? e porque não comes? E por que está triste o teu coração? Não te sou eu
melhor de que dez filhos?” (1 Sm 1:1-8).
Por que Ana não tinha filhos? Primeiro qual é a mulher que quer dividir o seu amado com outra,
ainda por cima maltratada pela sua rival. Segundo,
ele só procurava quando sentia necessidade fisiológica, tratava como um objeto
de desejo era na verdade um brutamonte, mesmo demonstrando algum carinho por
ela. Terceiro, dava mais atenção a
segunda mulher e seus filhos, por isso não é de si admirar que ela não tivesse
filhos, o que na época a tornava estéril. Quando ele resolveu dar-lhe o carinho
merecido a sua madre abriu-se. Este é o melhor método para se resolver a
frigidez. Carinho.
As mulheres consideradas frigidas
ou frias são aquelas que na sua intimidade conjugal não experimentam a alegria
e o prazer completo que deveriam sentir. São na sua maioria mulheres
fisicamente normais que sofrem de problemas neoro-emocionais provocados, quase
sempre, pela falta de trato ou compreensão do marido ou companheiro.
Um marido
egoísta, nervoso ou emotivo pode ser a causa da frigidez da mulher. Por sua
própria constituição, a mulher necessita, para realizar-se de um clima de
carinho e ternura, progressivo e suficientemente prolongado.
Um marido egoísta “apressadinho”, nervoso ou
aqueles que choram, que demasiadamente e unilateralmente completa o ato sexual,
pode vir a ser da frigidez, tanto física quanto psíquica da mulher. A frigidez
é uma causa muito comum no Brasil.
Esta é
uma questão de formação, de maturidade, temperamento e principalmente de
educação sexual. A grande responsabilidade pertence ao homem que às vezes se
preocupa apenas com seu lado.
Entretanto,
apesar dessa percentagem alarmante, raríssimas são as mulheres que procuram um
especialista com o objetivo exclusivo de resolver o problema deste mal da
frigidez. Primeiro por acanhamento, (vergonha, religião ou outros motivos), uma
mulher no estado de frigidez continua sofrendo com seu mal (drama) de solidão
no seu intimo. Se outro motivo a leva a consultar um endocrinologista ou
ginecologista e este faz perguntas obrigatória a respeito da sua vida sexual,
ela esconde o problema, só da quarta consulta em diante é que ela confessa que
não é feliz sexualmente no seu casamento e explica... Que não se realiza
completamente com seu marido ou companheiro e isto a torna infeliz.
O que é
mais grave é que não tem coragem de contar ao seu marido ou companheiro;
(questão lida na vida de Ana), dizer a verdade da sua vida intima ao cônjuge ou
ao médico é de grande importância no caso de frigidez. Melhor que contar as
colegas sobre sua vida intima o que leva ao o deboche por parte delas. Na
maioria das vezes põe a culpa no marido (em certa forma com razão); pela
situação, pois tem casos que o marido procura ser o mais sincero e desejoso
possível de torna a mulher feliz, mais nada poderá fazer se ignorar os
verdadeiros fatos.
Quando
fica sabendo e reconhece honestamente a sua responsabilidade no caso, ele terá
a possibilidade de corrigir uma circunstância que, se prolongada, poderá
transformar-se em trauma incurável. Existem casos de frigidez provocados por
traumas sofridos na infância ou na adolescência, que ficaram alojados no
subconsciente durante anos, e que se manifestam apenas com o primeiro contato
sexual, se o cônjuge não agir com delicadeza quando a situação exige pode
tornar uma mulher fria sem prazer, pode até lhe dar filhos, mas dentro dela lhe
falta algo. Caso queiram corrigir seu problema é importante que reconheça ela
como uma mulher normal, o fato é que se ela não foi de uma forma ou de outra
despertada sexualmente por ele, não poderá pensar que ela é uma mulher fria,
(sem gosto) o que estar faltando é o homem descobrir a fórmula de satisfazer os
seus desejos obscuros. Se tratando dos meios médicos, essa frigidez pode ter
sérias repercussões sobre o sistema nervoso.
De qualquer
maneira, o equilíbrio do casal está em perigo: se há um marido acomodado fica
pior, se acostuma tanto a esta situação que, ao chegar aos cinquenta anos, (quando não acontece antes), vai
procurar fora de casa à satisfação que não encontra mais, ou jamais encontrou,
com sua própria mulher; ou ainda a mulher que insatisfeita, tem tendência a
ficar nervosa irritada e faz cenas injustificáveis, tudo isso motivadas por
essa carência afetiva e física.
O fato
é que, quando isso acontece, o casamento fica abalado. Os cônjuges não se completam
não se realizam, nem moral. Nem fisicamente ou intelectualmente.
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