"Vão pelo o mundo inteiro e anunciem o Evangelho a todas as pessoas. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado." Mc 16.15:16l

A FRIGIDEZ ACIDENTAL.

A FRIGIDEZ ACIDENTAL.


Pode acontecer depois de um choque emotivo, ou insinuar-se pouco a pouco, à medida que se modificam as condições de vida. Em certas mulheres de nervos frágeis, tudo aquilo que pode atingi-las no plano afetivo é capaz de modificar profundamente seu comportamento físico: A morte de um ser querido, a decepção pela descoberta de uma traição, um ciúme doentio por parte dos maridos, isso pode condicionar às vezes a frigidez transitória ou durável.


 

A AUTOPUNIÇÃO.


       Tem mulher que guarda uma recordação desagradável da noite de núpcias, ou cujo marido, egoísta ou inábil, não lhe dá a devida atenção, esta acaba persuadida de que o esposo a considera um simples objeto de prazer. Ou quando descobre que ele tem uma amante fora do casamento.

 


      Passa a reagir com essa atitude, com o fito de castigar o companheiro, e punindo-se a si própria, passa a evitar as suas manifestações, o que mais tarde passa sentir-se incapaz de encontrar qualquer espécie de prazer nas relações sexuais.

      É importante, antes do mal instalar-se profundamente, que os esposos tenham uma conversa sincera ou então consultar um especialista (psicoterapeuta), este os aconselhará, podendo até intervir delicadamente junto ao casal.
 

         O MEDO DE TER FILHOS.


          O risco de uma gravidez não desejada pode provocar um sentimento de culpa na mulher, de medo e, até mesmo, de pânico, levando, pouco a pouco, à frigidez. Ela fica dominada por esta obsessão, passando em muitas das vezes não atender as necessidades fisiológicas do esposo, enfrenta até mesmo o risco de perder o esposo só por que teme.
Passando a sentir, então, uma verdadeira aversão a união sexual. Mas pode suceder o contrário. A mulher, após numerosos e seguidos estados de gravidez, sente-se a tal ponto cansada, física e moralmente, que se deixa dominar por uma grande necessidade de repouso, manifestando uma indiferença total no que se refere às relações sexuais. Muitos métodos estão a sua disposição para ajudá-la no gravíssimo problema da limitação dos filhos. De qualquer maneira, esse problema deve ser resolvido de comum acordo entre o casal, sendo sempre ouvida a palavra abalizada do médico.
Mas as mulheres evangélicas ouvirão os conselhos pastorais, os ministérios femininos (quando a igreja tem um), as esposas dos pastores, as mulheres mais idosas e etc. Uma preparação adequada para o casamento por parte dos ensinamentos bíblicos da igreja evitará muitos desajustes, mal-entendidos e decepções que ameaçam a felicidade do casal.   Essa idéia de “dever” tem para certas mulheres, um valor restritivo e um sentido severo. Trata-se geralmente de esposas delicadas, com altas qualidades morais, mas que tem do casamento uma concepção errada, muitas vezes em princípios religiosos mal interpretados. Vangloriam-se de sua indiferença e considerar-se-iam culpadas se demonstrassem desejo pelo marido. Outras, que tem uma concepção mais humana da virtude, manifestam, entretanto, uma forma de frigidez análoga, determinada por um choque físico ou uma educação sexual mal orientada.

 Às vezes os pais tentam preparar as filhas para o casamento, mas, sem coragem de fazê-lo em termos claros e objetivos, provocam justamente o choque que pretendiam evitar ao formularem comparações inadequadas, que são vagas evocações e ameaças veladas. Ou ainda pronunciando frases sem sentido, como: você verá que o casamento não é aquilo que se imagina na sua idade, um romance cor-de-rosa e açucarado. Ou então: muitas vezes, para prender o homem a mulher precisa representar papeis pouco agradáveis.


        O que os pais não imaginam é o mal que então causando sem querer as suas filhas. Muitas vezes as jovens procuram compreenderem, mas não conseguem.

        Começam associar ao casamento o medo e até mesmo a vergonha. Atemorizam-se diante do desejo que sentem, comandado pelo subconsciente, quando chega o momento. Mesmo que tudo corra as mil maravilhas, convencem-se de que será sempre um mau pedaço que irar passar.

       A educação sexual quando é bem administrada evitará, sem duvida alguma, um grande número de desajuste, dramas, mal-entendidos e decepções que ameaçam o equilíbrio e a felicidade do futuro casal. Serão também evitadas muitas perversões, nascidas talvez de um trauma infantil que ressurgem mais tarde sob a forma de desequilíbrios nervosos. 


        A educação sexual não significa liberdade sexual, mas o respeito por si mesmo decorrente do conhecimento do mecanismo fisiológico, ligado a nossa condição humana, no plano de Deus, moral, afetivo e psicológico. Essa educação deve ser confiada a uma pessoa capacitada experiente e idônea. Quando as jovens têm uma educação sexual muito mais aparente do que real e uma liberdade que nem sempre é limitada por uma moral solida, é importante situar o problema, a fim de que essas jovens estejam preparadas para serem esposas e mães na verdadeira acepção da palavra.

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