A
INDIFERENÇA FEMININA
Ester uma mulher decidida. (Et 4:15-16) “de novo Ester mandou-os responder a
mordecai: vai, ajunta todos os judeus que se acham em susã, e jejuai por mim, e
não comais nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; e eu e as minhas
moças também assim jejuaremos. Depois
irei ter com o rei, ainda que isso não seja segundo a lei; e se eu perecer,
pereci”. Estamos presenciando a um
nivelamento dos sexos entre os homens e nas mulheres com uma procedência sem
igual. Há uma tendência de se virilizar os homens e se feminizar as mulheres.
O
fato é que, dia após dia, a mulher vai equiparando-se ao homem em tudo, está
ocupando posições até então unicamente do homem. Que sejam, sociais,
econômicas, ministeriais ou pessoais, para elas é tudo um estado de espírito
novo; quando não têm a orientação do Espírito Santo, vive no êxtase da
competição. Gerando uma rivalidade, o que dentro de casa tornar-se uma ameaça a
intimidade. Já que tem algumas mulheres que ganham mais que seus maridos,
dirigindo empresas de grandes portes, estas mulheres, tendem às vezes, embora
inconscientemente, negar sua qualidade de mulher, em certos aspectos. Nada mais
justo, a sua alforria depois da dependência, herdade das mães e avós, na época
em que se limitava a ficar em casa, totalmente rejeitadas e humilhadas. Hoje ansiosas
da sua independência, recusar-se a doação completa de si mesma. Mas no interior
do seu corpo há marcas dos hormônios femininos, o que indica que elas ainda são
mulheres e estão vivas.
Os homens estão
diretamente sujeito aos seus instintos que só podem ser freados pelos
princípios bíblicos, pela educação ou o senso critico. O que os homens não
entendem é que elas precisam de amor, carinho, ternura, enfim, o que é chamado
de participação psíquica interior. O amor, isto é o impulso afetivo que liga ao
ser escolhido, é quase uma condição para realização da entrega total. Se elas
forem despertadas com todo carinho e atenção, essa diferença entre ambos
desaparecem, isto é instintivamente, ou judiciosamente calculado. Nada que uma
boa dose de maturalidade e compreensão não possam resolver, é preciso que ambos
se esforcem para que haja harmonia no lar.
Uma verdade às vezes pouco
conhecida é a que todos os elementos que entram na composição da vida de um
casal custam amadurecimento e surtir seus efeitos. Até chegar a esse ponto é
necessária, uma grande compreensão, tanto por parte do homem como da mulher. É
preciso que saibam exatamente o que estão enfrentando e procurem com amor
acalmarem a tempestade de suas vidas. Esta é uma questão de formação e naturalidade,
temperamento e principalmente de educação, acontece, porém, que já existe uma
modificação muito grande nesta nova geração. Que seja, socialmente,
profissionalmente e, principalmente, dentro de casa, já há uma aproximação
muito maior entre os casais. A mulher agora participa mais ativamente no seu
trabalho e na sua casa, já não é mais aquela criatura passiva da geração
anterior que faziam exclusivamente o que o homem mandava. É indispensável que
ambos, antes do casamento, conheçam perfeitamente o mecanismo psíquico e
fisiológico. O ato sexual, ou vida de independência não pode ser encarado
levianamente sobre eles. Deve repousar um equilíbrio, pois sem este pode haver
um quadro de harmonia ou desarmonia entre o casal.
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