A IDOLATRIA DOS CORPOS
“Cada
um vós saiba possuir sua esposa (o) em santificação e honra; não na paixão de
concupiscência, como os gentios, que não conhecem a Deus” (1 Ts 4:4-5).
A
palavra concupiscência no original do grego que dizer “skeuos”, mas temos
algumas versões que traduzem a palavra por “vaso”. Já o possuir no grego
significa procurar para si mesmo. Por outro lado há também uma forma de
sublimação do sexo que tem sido muito usada através dos séculos, é a prática do
endeusamento por parte do homem de um modo muito abstrato que gera de igual
modo na vida da mulher o que perde a perfeição do poder sexual tanto de um como
de outro.
O
sexo não foi feito para ser adorado por ninguém, mas para cumprir uma função
determinada por Deus, e se alguém o eleva a outras considerações e dimensões
que não seja de sua natureza, de igual modo está pecando contra sua
administração, aos olhos de todos que conhecem bem as funções do sexo humano.
Não devemos cair no erro do chamado “amor
platônico” que é uma pratica do contemplativo do corpo da mulher, uma
imaginação daquela que dificilmente será alcançada pelo amante admirador. (Tipo
aqueles ou aquelas que aparecem em revistas e filmes pornôs, na mídia, e em
outros veiculo de comunicação ou até mesmo perto de sua casa, na própria igreja,
no trabalho e etc.). Em amor deste tipo o sexo torna-se falho porque não
acontece o que é natural no amor do casamento, nem com dimensão erótica da
pedofilia.
O bom uso do sexo parece-me ser também
de natureza oblativa quando há entrega e posse recíproca dos objetos amados. A
idéia de uma mulher ser posta como em um altar para ser adorada (ou venerada)
nunca fez parte dos planos de Deus tanto dentro como fora do casamento.
O AUTO-EROTISMO.
Esta também é uma alternativa problemática
para a vida sexual do homem. Há um grande número de elementos que julgam isto
como algo natural, como há alguns que pensam ao contrário. De um modo geral
teremos de avaliar as coisas a luz dos ensinamentos bíblicos porque se todo
vício carnal é pecado contra o homem e contra Deus, então o auto-erotismo, seja
de qual qualidade e intensidade forem, é contrária a boa serventia do sexo e do
corpo como já temos estudado.
Ao criar a mulher, certamente à economia
divina procurava com antecedência soluciona os problemas que surgiriam no
futuro da vida humana. O problema é que segundo alguns o fenômeno do
auto-erotismo pode levar a prejuízos de saúde na vida do homem que durante sua
adolescência descobriu e usou demais essas possibilidades somáticas.
A sexualidade é algo mais complexo e
profundo do que parece a primeira vista. O ser humano tem a rigor muitas
chances de acertar na totalidade, mas pode buscar uma vida de dedicação e
consagração plena ao serviço de Deus para que gaste o tempo e suas energias no
serviço cristão eficiente visando à consagração de todas as áreas de sua vida,
pois esta é também a vontade do Senhor para com a sua criatura. O auto-erotismo pode ocupar a mente dos
praticantes, cobrindo-lhes todos os espaços a ponto de prejudicar seus
relacionamentos com Deus. É a rigor uma forma de adultério, e, portanto, um dos
meios pecaminosos de usar as potencialidades sexuais implantadas na natureza do
homem.
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