"Vão pelo o mundo inteiro e anunciem o Evangelho a todas as pessoas. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado." Mc 16.15:16l

A IDOLATRIA DOS CORPOS

                                                    A IDOLATRIA DOS CORPOS

    
      “Cada um vós saiba possuir sua esposa (o) em santificação e honra; não na paixão de concupiscência, como os gentios, que não conhecem a Deus” (1 Ts 4:4-5).

        A palavra concupiscência no original do grego que dizer “skeuos”, mas temos algumas versões que traduzem a palavra por “vaso”. Já o possuir no grego significa procurar para si mesmo. Por outro lado há também uma forma de sublimação do sexo que tem sido muito usada através dos séculos, é a prática do endeusamento por parte do homem de um modo muito abstrato que gera de igual modo na vida da mulher o que perde a perfeição do poder sexual tanto de um como de outro.

       O sexo não foi feito para ser adorado por ninguém, mas para cumprir uma função determinada por Deus, e se alguém o eleva a outras considerações e dimensões que não seja de sua natureza, de igual modo está pecando contra sua administração, aos olhos de todos que conhecem bem as funções do sexo humano.

       Não devemos cair no erro do chamado “amor platônico” que é uma pratica do contemplativo do corpo da mulher, uma imaginação daquela que dificilmente será alcançada pelo amante admirador. (Tipo aqueles ou aquelas que aparecem em revistas e filmes pornôs, na mídia, e em outros veiculo de comunicação ou até mesmo perto de sua casa, na própria igreja, no trabalho e etc.). Em amor deste tipo o sexo torna-se falho porque não acontece o que é natural no amor do casamento, nem com dimensão erótica da pedofilia. 
          
         O bom uso do sexo parece-me ser também de natureza oblativa quando há entrega e posse recíproca dos objetos amados. A idéia de uma mulher ser posta como em um altar para ser adorada (ou venerada) nunca fez parte dos planos de Deus tanto dentro como fora do casamento.

          O AUTO-EROTISMO.

     
     Esta também é uma alternativa problemática para a vida sexual do homem. Há um grande número de elementos que julgam isto como algo natural, como há alguns que pensam ao contrário. De um modo geral teremos de avaliar as coisas a luz dos ensinamentos bíblicos porque se todo vício carnal é pecado contra o homem e contra Deus, então o auto-erotismo, seja de qual qualidade e intensidade forem, é contrária a boa serventia do sexo e do corpo como já temos estudado.


 Ao criar a mulher, certamente à economia divina procurava com antecedência soluciona os problemas que surgiriam no futuro da vida humana. O problema é que segundo alguns o fenômeno do auto-erotismo pode levar a prejuízos de saúde na vida do homem que durante sua adolescência descobriu e usou demais essas possibilidades somáticas.
       

       A sexualidade é algo mais complexo e profundo do que parece a primeira vista. O ser humano tem a rigor muitas chances de acertar na totalidade, mas pode buscar uma vida de dedicação e consagração plena ao serviço de Deus para que gaste o tempo e suas energias no serviço cristão eficiente visando à consagração de todas as áreas de sua vida, pois esta é também a vontade do Senhor para com a sua criatura. O auto-erotismo pode ocupar a mente dos praticantes, cobrindo-lhes todos os espaços a ponto de prejudicar seus relacionamentos com Deus. É a rigor uma forma de adultério, e, portanto, um dos meios pecaminosos de usar as potencialidades sexuais implantadas na natureza do homem.  

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