"Vão pelo o mundo inteiro e anunciem o Evangelho a todas as pessoas. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado." Mc 16.15:16l

O COMPANHEIRISMO.

O COMPANHEIRISMO.

     
          O texto sagrado diz que o homem não pode viver sozinho. Isto mostrar bem claro a intenção de Deus quando deliberou criar uma companheira para o homem. O que não seria apenas uma companheira externa. (tipo aquela que só serve para cozinhar, lavar, passar, e fazer o trabalho domestico). Mas objetiva (aquela que está presente no dia a dia do marido), ou seja, uma que fosse ao mesmo tempo objetiva e subjetiva, que o envolvesse tanto por dentro como por fora, e foi o que aconteceu de fato na vida de ambos. (Gn 2:18-24).
     Os casais de um modo geral precisam redescobrir para que serve a sua vida sexual, para poder administrá-lo dentro do modelo correto que é à vontade do criador que nos conhece em toda profundidade (Sl 139:1-24).

          RENÚNCIA PESSOAL.


     Nos casos em que o homem abriu mão dos direitos sexuais que estão inerentes em sua essência como os eunucos, os celibatários e outros se houver, têm exceção e não regra, mesmo do ponto de vista de Deus. O apóstolo Paulo percebeu muito bem a profundidade deste relacionamento ao dizer que o homem, que tenha encontro sexual com meretriz, forma um corpo com ela.

     A vida sexual pode terminar com a serventia do homem que resolve renunciar os desígnios de Deus. O homem pode dispor de sua vida como quiser contanto que a sua decisão seja para glorificar o nome de Deus e edificar sua vida nas dimensões física e espiritual. A palavra de Deus fala de casos de dedicação em que seres humanos deliberaram abrir mão de suas possibilidades procriativas e mesmo dos relacionamentos afetivos já mencionados. (Mt 19:8-12). Muitos têm encerrado sua vida sexual como medida de santificação ou dedicação á causa de Deus.















































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