O
COMPANHEIRISMO.
O texto sagrado diz que o homem não pode
viver sozinho. Isto mostrar bem claro a intenção de Deus quando deliberou criar
uma companheira para o homem. O que não seria apenas uma companheira externa. (tipo
aquela que só serve para cozinhar, lavar, passar, e fazer o trabalho domestico).
Mas objetiva (aquela que está presente no dia a dia do marido), ou seja, uma
que fosse ao mesmo tempo objetiva e subjetiva, que o envolvesse tanto por
dentro como por fora, e foi o que aconteceu de fato na vida de ambos. (Gn
2:18-24).
Os casais
de um modo geral precisam redescobrir para que serve a sua vida sexual, para
poder administrá-lo dentro do modelo correto que é à vontade do criador que nos
conhece em toda profundidade (Sl 139:1-24).
RENÚNCIA PESSOAL.
Nos casos em que o homem abriu mão dos
direitos sexuais que estão inerentes em sua essência como os eunucos, os celibatários
e outros se houver, têm exceção e não regra, mesmo do ponto de vista de Deus. O
apóstolo Paulo percebeu muito bem a profundidade deste relacionamento ao dizer
que o homem, que tenha encontro sexual com meretriz, forma um corpo com ela.
A vida sexual pode terminar com a serventia do
homem que resolve renunciar os desígnios de Deus. O homem pode dispor de sua
vida como quiser contanto que a sua decisão seja para glorificar o nome de Deus
e edificar sua vida nas dimensões física e espiritual. A palavra de Deus fala
de casos de dedicação em que seres humanos deliberaram abrir mão de suas
possibilidades procriativas e mesmo dos relacionamentos afetivos já
mencionados. (Mt 19:8-12). Muitos têm encerrado sua vida sexual como medida de
santificação ou dedicação á causa de Deus.
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